Vinicius Santos, autor em Plataforma Enem Plataforma Enem Sat, 01 Feb 2025 11:57:37 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://enem.com.br/wp-content/uploads/2025/02/e-PORTAL_ENEM-150x150.png Vinicius Santos, autor em Plataforma Enem 32 32 Revisando as áreas da física para o ENEM https://enem.com.br/2020/12/07/revisando-as-areas-da-fisica-para-o-enem/ https://enem.com.br/2020/12/07/revisando-as-areas-da-fisica-para-o-enem/#respond Mon, 07 Dec 2020 16:50:23 +0000 http://enem.com.br/?p=18635 Confira aqui uma revisão sobre as áreas de física que mais aparecem no Enem!

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Enquanto chegamos cada vez mais perto do ENEM, os conteúdos novos vão diminuindo, dando espaço para as revisões, sobretudo em áreas onde existem muitos assuntos para serem estudados. A física no Exame aparece no caderno de Ciências da Natureza, onde divide espaço com biologia e química, logo, recapitulemos algumas áreas de física que podem pintar na próxima prova.

Primeiramente, temos a energia, que utilizada na geração de trabalho entre dois sistemas físicos. Essa área é subdividida em várias outras, sendo as energias potenciais (gravitacionais e elástica), energia cinética, energia mecânica, etc.
Além disso, também utilizamos o conceito de energia para recursos, como energia solar, elétrica, hidrelétrica, etc.

O segundo assunto a ser tratado é a eletricidade, que envolve quaisquer fenômenos que utilizam cargas elétricas. As questões do Enem que envolvem essa área costumam ter um caráter fácil – ainda mais as que envolvem Lei de Ohm e circuitos -, então quando se deparar com uma questão de eletricidade, dê uma atenção à ela, pois os pontos serão valiosos.

áreas da física

Conceitos Importantes:
Carga Elétrica: Propriedade de partículas que interagem de forma eletromagnética.
Corrente: Quantidade de carga que percorre um trajeto em uma quantidade de tempo.
Potencia: Quantidade de conversão elétrica em um período de tempo
Campo Elétrico: Produzido por cargas elétricas em um espaço, podendo exercer força sobre outras partículas.

A ondulatória também costuma dar as caras de forma constante na prova. Essa área costuma estudar as ondas, que são perturbações que se propagam em algum meio.
As ondas costumam se dividir em mecânicas ou eletromagnéticas, ou seja, um tipo depende de um meio para se propagar, enquanto o outro não depende de meio para propagação, respectivamente.

Conceitos importantes:
Cristas: É o ponto mais alto da onda
Vales: É o ponto mais baixo da onda
Amplitude : É a medição de uma onda em relação ao eixo
Período: É o tempo de um ciclo de oscilação de uma onda
Frequência: É a divisão entre período e uma unidade de tempo
Comprimento de Onda: É a distancia entre duas cristas ou dois vales.

Agora, entraremos na área de mecânica, falando sobre dinâmica, que por sua vez, estuda o movimento de objetos, dado que exista uma força aplicada sobre eles. Soa familiar? Nesse caso, temos como referencia em dinâmica as três leis de Newton, que por sinal, já apareceram aqui no blog, onde explicamos de forma mais detalhada e relacionando com exemplos rotineiros.

Ainda na mecânica clássica, temos também a famosa cinemática que estuda os movimentos de corpos. Esse trecho da física é o que se mescla de vez com a matemática, podendo inclusive aparecer de surpresa em uma das 45 questões do caderno de exatas. Isso acontece pois na cinemática é muito comum o uso de geometria.

Conceitos Importantes
-Vetor: Representa grandezas indicando módulo, direção e sentido em um espaço
-Referencial: Sistema de coordenadas usado como referencia para os cálculos
-Trajetória: É o percurso realizado por um objeto em um espaço
-Deslocamento: Grandeza vetorial resultante da diferença entre o ponto inicial e final em uma trajetória

Por fim, temos a hidrostática, área onde os fluidos em repouso são estudados. Para isso, existem alguns conceitos importantes a serem entendidos, como pressão que é a relação entre uma força e a área onde essa força é distribuída; e o empuxo, que é uma força contrária a gravidade, podendo fazer corpos flutuarem na superfície de um líquido.

Portanto, para entender física e caprichar no Enem, é necessário compreender como cada área funciona, sobretudo as citadas nesse texto. Para isso, a prática com exercícios é imprescindível para que você consiga a maior nota na prova.

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Física cotidiana: alavancas e o uso das forças https://enem.com.br/2020/11/30/fisica-cotidiana-alavancas-e-o-uso-das-forcas/ https://enem.com.br/2020/11/30/fisica-cotidiana-alavancas-e-o-uso-das-forcas/#respond Mon, 30 Nov 2020 15:43:55 +0000 http://enem.com.br/?p=18582 Entenda como funcionam as forças em uma alavanca em utilizações cotidianas.

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Na área de mecânica, temos o estudo dos movimentos, energia e suas variações e forças atuantes em um corpo. Nesse sentido, tempos as alavancas, que utilizam de propriedades dos estudos de forças para explicar seu funcionamento, que vai desde fazer cortes até levantar objetos pesados.

A alavanca é considerada uma das 6 máquinas simples, junto da Rosca, Plano Inclinado, Polias (fixa e móvel), Roda e Eixo. As máquinas simples são aquelas que, apesar de assim o serem, foram muito úteis para a humanidade. Esse tipo de máquina também serve como base para a construção de outras mais complexas.

alavancas

Esse tipo de objeto depende de três elementos: ponto de apoio, força resistente e força potente. O primeiro elemento, o ponto de apoio, é onde a alavanca se apoia; esse ponto não fica necessariamente no meio do objeto. O segundo elemento é o peso de um objeto no qual desejamos movimentar, normalmente em força contrária. Por fim, o terceiro elemento é a força potente, onde exercemos uma força para mover o objeto que exerce a força resistente.

Dado os elementos básicos que constituem uma alavanca, temos também os tipos de alavanca, que assim como seus elementos estão em três categorias:

– inter-fixa: onde o ponto de apoio fica entre a força potente e resistente. A gangorra e a tesoura são dois exemplos cotidianos dessa categoria.

– inter-resistente: onde a força resistente fica entre a força potente e o ponto de apoio. O carrinho de mão é um exemplo para essa categoria.

– inter-potente: onde a força potente fica entre o ponto de apoio e a força resistente. A pinça é um exemplo dessa categoria.

Com base nisso, tivemos no Enem de 2018 uma questão voltada à alavancas e o uso das força. Na questão, era dado alguns exemplos de objetos, sendo: pinça, alicate, quebra nozes, carrinho de mão e abridor de garrafa. Foi-se perguntado qual desses objetos tinha a força potente maior que a força resistente.

Nesse caso, o gabarito é pinça, pois ela é uma alavanca inter-potente e, nesse caso, sua força potente é maior que a força resistente já que temos pouca resistência para aplicar força em uma pinça.

Existem outras questões de vestibulares que utilizam dos conceitos de alavancas em suas abordagens, conceito esse que não tem uma teoria muito complexa por trás. Portanto, é interessante que os vestibulandos tenham uma noção desse assunto que pode pintar no próximo Enem.

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Revisando áreas da matemática para o Enem https://enem.com.br/2020/11/23/revisando-areas-da-matematica-para-o-enem/ https://enem.com.br/2020/11/23/revisando-areas-da-matematica-para-o-enem/#respond Mon, 23 Nov 2020 14:28:08 +0000 http://enem.com.br/?p=18529 Vamos revisar algumas das áreas de exatas que mais costumam aparecer no Enem

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O conteúdo geral de matemática para o Enem é bem extenso, apesar disso, com o passar dos anos é comum notar que alguns assuntos tem a tendência de aparecer anualmente na prova de exatas. Com base nisso, vamos dar uma revisada em algumas áreas da matemática que tem altas chances de aparecer no próximo Enem.

Estatística

Iniciaremos com a estatística, que utiliza de gráficos, tabelas e listas para descrever um problema em uma questão. Quando pensamos em estatística básica, pensamos sempre em 3 nomes: média, moda e mediana. Esses três tópicos, costumam aparecer em questões sim, ou seja, questões “valiosas” para os vestibulandos.

Colinha:
– Média: soma de todos os valores dividido pela quantidade
– Mediana: é o valor medio de uma ordem crescente de elementos, se a ordem tiver uma quantidade par de elementos, a mediana será a média entre os dois elementos do meio da sequencia.
-Moda: É o elemento mais frequente em uma lista ou tabela de dados.

áreas

Funções

Na área de funções, estudamos as relações entre dois conjuntos (de um para outro). Nas questões do Enem, as funções de primeiro e segundo grau, exponencial e logarítmica são as que mais costumam dar as caras nos exames. Dentre os tipos citados, dêem mais atenção as funções de primeiro e segundo grau, sobretudo quando a questão pede para resolver um problema utilizando uma das duas funções polinomiais.
Além disso, é de suma importância saber montar e identificar os gráficos correspondentes para cada uma das quatro funções citadas.

Colinha:
Função de primeiro grau: f(x) = ax+b 

Função do segundo grau(ou quadrática): f(x) = ax²+bx+c
Função logarítmica: f(x) = f(x) = logax
Função exponencial: f(x) = ax
Fórmula de Bhaskara: x = (-b²±√Δ) /2a, onde Δ = b² – 4ac.

Soma e produto: soma= -b/a, produto = c/a

Porcentagem

Por mais simples que pareça, as questões de porcentagem poderão de enganar em um piscar de olhos, sobretudo se o vestibulando não estiver afiado em fatores de aumento e redução. Para isso, temos uma matéria no Blog para ajudar a compreender mais o assunto.

A porcentagem é um assunto muito “mutável”, dependendo da questão; por exemplo, uma questão pode cobrar a área de um objeto e pedir em quantos % deveríamos aumentar as medidas para que essa área dobrasse. Portanto, muita atenção para os fatores de aumento e redução!

Colinha:
Aumento: 1,0 + porcentagem de aumento em numero decimal
ex: 10% = 1,0 + 0,1 = 1,1.
Redução ou desconto: 1,0 – porcentagem de desconto
ex: 10% = 1,0 – 0,1 = 0,9.

Probabilidade

A probabilidade é um dos assuntos que mais confundem a cabeça dos estudantes, muito por conta da interpretação das questões, que impacta diretamente no resultado. A dica para ficar afiado em probabilidade é praticar, ir pegando a manha de interpretar uma questão de probabilidade, que por vezes, pode conter uma combinatória, arranjo ou combinação, o que dificulta um pouco a questão.

Colinha:
Probabilidade (espaço equiprovável): P(A) = n(A)/n(Ω), onde:
P(A) = ocorrência do evento A
n(A) = numero de casos do evento A
n(Ω) = espaço amostral

Geometria plana

A geometria plana é aquela onde trabalhamos com medidas geométricas planas, isto é, em duas dimensões e por conta disso, não calculamos volume em geometria plana. Nesse tipo de geometria, costumam aparecer muitas questões sobre áreas e perímetros de figuras geométricas e características de triângulos, como trigonometria. Questões que envolvem trigonometria dependem de mais tempo para serem resolvidas, então não é ideal que tenham a prioridade já que o tempo é inimigo em uma prova como o Enem.

Colinha das Áreas e Perímetros:
Quadrado: A = lado x lado, P = soma de todos os lados
Retangulo: A = base x altura, P = soma dos lados com as bases
Triângulo: A = base x altura/2, P = soma de todos os lados
Trapézio: A = altura(base maior x base menor)/2, P = soma das bases com os lados
Losango: A = Diagonal maior x Diagonal menor, P = soma de todos os lados
Círculo: A = Π x r², Circunferencia = Π x diametro

Geometria espacial

Diferente da geometria plana, na espacial é estudado os sólidos no espaço em três dimensões. Agora temos largura, altura e profundidade no calculo das figuras geométricas e nesse contexto, temos o calculo de volume, que é muito cobrado em todos os vestibulares.

Colinha dos Volumes:
Cubo: L³ 
Paralelepípedo: Altura x Largura x profundidade
Prisma: Área da Base x Altura
Pirâmide: 1/3 x Área da Base x Altura
Cone: 1/3 x Área da Base x Altura
Cilindro: Área da Base x Altura
Esfera: 4/3Π x r³

Por fim, é sempre bom lembrar que a melhor técnica para fixar esse conteúdo é praticando, pegando provas antigas de matemática do Enem e refazendo, pois, dessa forma, o conteúdo ficará bem organizado na sua cabeça para quando for fazer a prova.

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Como o princípio de Pascal nos ajuda a entender os freios de veículos https://enem.com.br/2020/11/17/como-o-principio-de-pascal-nos-ajuda-a-entender-os-freios-de-veiculos/ https://enem.com.br/2020/11/17/como-o-principio-de-pascal-nos-ajuda-a-entender-os-freios-de-veiculos/#respond Tue, 17 Nov 2020 15:46:57 +0000 http://enem.com.br/?p=18482 Entenda como o principio de Pascal explica o funcionamento de freios em veículos.

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A mecânica dos fluidos é a área da ciência em que é estudado os efeitos de força em fluidos. Nesse contexto, temos o principio de Pascal, desenvolvido pelo matemático francês Blaise Pascal – que inclusive, recebeu a homenagem de ter seu nome em uma unidade de medida de pressão, o Pascal(pa). O principio de Pascal é responsável pela idealização do freio hidráulico, que comentaremos adiante.

A pressão aplicada em um ponto de um fluido é transmitida integralmente a todos os pontos de um fluido, bem como as paredes do recipiente que ele está contido”. Essa citação serve como base para a ideia do principio de Pascal, que pode ser interpretado como: a distribuição da pressão em um ponto de um fluido é transmitida integralmente por todo o recipiente desse fluido.

princípio de Pascal

O principio também conta com duas fórmulas, bem tranquilas de serem lembradas:

ΔP = pg(Δh)

onde:
ΔP  = pressão hidrostática, medida em Pascal(pa)
p = densidade do fluido, medida em quilograma por metro cubico (kg/m³)
g = aceleração da gravidade, medida em metros por segundo ao quadrado(m/s²)
Δh = altura do fluido, medida em metros (m)
obs: nesse caso, o Δ denota a variação entre pressão ou altura do fluido.

P = F1/A1 = F2/A2

onde:
P= pressão, medida em em Pascal(pa)
F = força exercida, medida em Newtons(N)
A = área, medida em metros quadrados(m²)

Como foi dito na introdução, o principio de Pascal é responsável pela idealização de freios hidráulicos conhecidos por serem mais eficientes na frenagem de um veículo. Tratando de forma simples, ao acionar o freio, o fluido de um reservatório interno chega a câmara de pressão, resultando em um aumento de pressão em todo o sistema hidráulico, ocasionando na frenagem.

Em 2015, caiu uma questão na Unicamp sobre freios hidráulicos e principio de Pascal. Nela tínhamos dois discos que pressionavam uma pastilha de freio, no caso, o disco 2 tinha duas vezes o diâmetro do disco um. Dado o enunciado, a questão cobrava qual a razão das forças aplicadas.

Bem, como estamos tratando dois discos, temos que a área deles será (Π.r²)
Aplicando a formula da pressão, temos que

F1/A1 = F2/A2
como d2 = 2d1
F1/(Π.r²) = F2/(Π.2r²)
F1/(Π.r²) = F2/(Π.4r²)

cortando (Π.r²) nas duas frações, temos:
F1 = F2/4, ou seja, F2/F1 = 1/4.
Gabarito: 1/4 (letra a)

Por fim, o principio de Pascal não é o assunto que vai aparecer de forma recorrente nos vestibulares, por conta da sua especificidade. Porém, não é um assunto complicado de lidar, logo, os vestibulandos do QG do Enem não terão problema caso uma questão desse conteúdo dê as caras em sua prova.

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Leis de Ohm e o funcionamento dos chuveiros elétricos https://enem.com.br/2020/11/10/leis-de-ohm-e-o-funcionamento-dos-chuveiros-eletricos/ https://enem.com.br/2020/11/10/leis-de-ohm-e-o-funcionamento-dos-chuveiros-eletricos/#respond Tue, 10 Nov 2020 12:28:50 +0000 http://enem.com.br/?p=18431 Entenda como as Leis de Ohm são influentes no funcionamento dos chuveiros elétricos.

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Quando pensamos em física para vestibulares, é recorrente notar que questões voltadas à eletricidade sempre estão presentes nas provas, ainda mais quando se trata de Leis de Ohm. As duas leis são fundamentais para entender os cálculos de D.D.P (Diferença de Potência) em circuitos elétricos e o estudo dos resistores, sobretudo em aplicações cotidianas como no funcionamento de um chuveiro elétrico.

A primeira das Leis de Ohm consiste no produto entre a corrente elétrica e o resistor, resultando no valor da tensão. Logo, a corrente elétrica é diretamente proporcional a diferença de potência. Aqui temos uma das fórmulas mais conhecidas da física, sendo ela:

V = r. i (quem vê, ri)
onde

V ou U = tensão/diferença de potência, medida em Volts(V)
i = corrente elétrica, medida em Ampere (A)
r = resistência, medida em Ohms(Ω)

Leis de Ohm

Já na segunda lei, sabemos que a resistência elétrica é diretamente proporcional ao comprimento e o material do objeto, tendo influência na interferência de resistência. A tal interferência acontece por conta de um fator chamado resistividade, que é inversamente proporcional ao passagem de corrente elétrica em um objeto. Sua formula também é fácil de ser lembrada:

R = ρ.L/A
onde
R = resistência,  medida em Ohms(Ω)
ρ = resistividade, medida pelo produto entre Ohms e metro(Ω.m)
L = comprimento, medida em metros(m)
A = área transversal, medida em metros quadrados(m²)

Fundamentada a base, agora avancemos! Como as Leis de Ohm influenciam no funcionamento de um chuveiro elétrico?

Bem, o chuveiro elétrico é capaz de esquentar a água utilizando da eletricidade. Para isso, seu interior conta com um circuito elétrico, onde temos todas as variáveis necessárias – corrente, potência e resistores. Com isso, podemos escolher entre as temperaturas mais quentes ou mornas para aquecer a água. No primeiro caso, a corrente passaria por um circuito com baixa resistência, enquanto no segundo caso, a resistência seria maior, aquecendo menos a água.

Em 2013, uma questão sobre chuveiros elétricos e lei de ohm apareceu no Enem daquele ano. A questão pedia como poderíamos adaptar um chuveiro projetado para 110V operar a 220V. Dessa forma, a resistência deveria manter o mesmo material e ser alterada para que o chuveiro funcionasse de forma ideal. Uma das fórmulas da potência é determinada por:

P = U².R
onde
P = potencia, medida em Watts(W)
U = tensão, medida em Volts(V)
R= resistência, medida em Ohms(Ω)

Temos que P = 110²/R = 220²/R, dessa forma teremos que a potência de 220V é 4x maior que a de 110, fazendo com que sua resistência também seja 4x maior.

Se lembrarmos da segunda Lei de Ohm, sabemos que a resistência é diretamente proporcional ao comprimento, desse modo, o comprimento deve ser 4x maior.
Gabarito da referida questão: Letra E.

O chuveiro elétrico é apenas um dentre os muitos exemplos rotineiros que se utilizam dos fundamentos teóricos das Leis de Ohm em seu funcionamento, deixando claro que a física anda sempre de mãos dadas com as invenções humanas!

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Combustível fóssil: usos e impactos ao meio ambiente https://enem.com.br/2020/11/03/combustivel-fossil-usos-e-impactos-ao-meio-ambiente/ https://enem.com.br/2020/11/03/combustivel-fossil-usos-e-impactos-ao-meio-ambiente/#respond Tue, 03 Nov 2020 14:05:10 +0000 http://enem.com.br/?p=18391 Entenda quais são os usos e consequências ambientais dos combustíveis fósseis.

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Quando pensamos em fontes de energia, é impossível não remeter ao polêmico combustível fóssil, utilizado de muitas formas diferentes na sociedade e que suas reservas em países do Oriente Médio e nas Américas são as maiores no mundo. Todavia, um dos pontos que mais chamam a atenção nesse tipo de combustível é seu impacto ambiental decorrente do alto consumo.

Primeiramente, combustíveis são, de modo geral, substancias que reagem com comburentes – elementos necessários para a combustão – e geram energia. Dentre os tipos de combustíveis, temos os fósseis, que recebem esse nome por serem oriundos da decomposição de seres vivos soterrados. Este tipo de fonte de energia contém uma quantidade elevada de carbono, que ajuda em uma combustão.

combustível fóssil

Existem três tipos de combustível fóssil: petróleo, carvão mineral e o gás natural.

  • O petróleo é o mais famoso deles, sendo usado como matéria prima para a utilização de outras substancias ou produtos utilitários, dentre eles temos o gás de cozinha, óleo diesel, asfalto, gasolina, etc.
  • O segundo dos três, carvão mineral é utilizado em fornalhas, termoelétricas etc. Importante ressaltar que existe uma diferença entre os carvões minerais e os vegetais, que são usados em churrasco. Os vegetais tem um baixo poder calorífico, ou seja, em comparação ao mineral, produzem menos calor.
  • Por ultimo, temos o gás natural, que é considerado uma fonte mais limpa do que o petróleo e o carvão mineral. Normalmente, o gás natural pode ser utilizado como alternativa a gasolina em combustível de automóveis.

A grande discussão sobre o combustível fóssil se fundamenta em dois pontos, sendo eles, o impacto ambiental e o fato de serem fontes de energia não renováveis, ou seja, seus recursos são finitos. As consequências no meio ambiente acontecem por conta da queima do combustível fóssil, gerando gases poluentes, como o Dióxido de Carbono(CO2) um dos gases responsáveis pelo efeito estufa.

Por fim, estão sendo estudados meios de contornar o uso de combustível fóssil no mundo. Atualmente, temos os carros elétricos, que poluem menos que os carros padrões, porém, aqui no Brasil ainda são caros e não há a estrutura necessária, como pontos para o carregamento de baterias, para sua popularização.

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Porcentagem: fatores de aumento e redução https://enem.com.br/2020/10/27/porcentagem-fatores-de-aumento-e-reducao/ https://enem.com.br/2020/10/27/porcentagem-fatores-de-aumento-e-reducao/#respond Tue, 27 Oct 2020 15:05:06 +0000 http://enem.com.br/?p=18329 Entenda como funcionam os fatores de aumento e redução, muito presentes no ensino da porcentagem!

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A Porcentagem é um dos assuntos mais famosos da matemática, sendo ensinado desde o ensino fundamental e incluída em diversas áreas, inclusão essa que é bastante explorada em vestibulares, por exemplo, ao implementar o uso de porcentagem com cálculos de áreas ou volumes.

A principio, relembremos o conceito de porcentagem, que é uma medida de razão que envolve a base 100. Normalmente, esse tipo de razão é expressado em uma fração, onde o denominador contém o total e o numerador contém a “parte”; ou seja, podemos expressar na forma fracionária ou na forma decimal, logo,  80% é igual a 80/100 ou 0,8.

Além disso, o 100% é representado como 100/100 ou, simplesmente 1. Partindo disso, temos a ideia dos fatores de aumento e redução. O primeiro tipo envolve a porcentagem de aumento sobre o total, ou seja, quando queremos acrescer uma porcentagem ao valor já existente. Por outro lado, o segundo tipo, envolve a porcentagem de redução, logo, nela calculamos o quanto iremos reduzir sobre um total.

porcentagem

Exemplo: como calculamos o aumento de 50% no preço de uma camisa de R$ 150,00.
Existem duas formas de calcular o aumento, na primeira delas nós calcularemos quanto é 50% de 150 e depois iremos adicionar esse resultado ao preço, ficando assim:

0,5 * 150 = 75 -> adicionando ao valor total teríamos 150 + 75 = 225.
Logo, o preço da camisa aumentou em 75 reais, somando um total de R$ 225.

No segundo método, é mais rápido, onde já acresceremos a porcentagem no total.
Como já foi dito antes, o total (100%) pode ser representado como 1, logo:
1+0,5 = 1,5 * 150 = 225.

E se quiséssemos reduzir (ou dar um desconto) no preço da camisa? Imagine que daremos um desconto de 30% no preço inicial da camisa. Nesse caso, faremos uma subtração do total, onde:

1 – 0,3 = 0,7 * 150 = 105 -> ou seja, com a redução, a camisa passaria a valer R$ 105.

Por fim, também temos a porcentagem sucessiva, onde existem descontos ou aumentos sucessivos sobre um total. Nesse tipo de questão, nós multiplicaremos as porcentagens sucessivas e depois faremos um produto ao valor total obtendo o resultado que queremos.
Exemplo: Tal loja deu aumentos no preço da TV que era originalmente R$ 800, sendo eles de 10% e 30%, calcule o total após os aumentos sucessivos.

Primeiro, multiplicaremos os fatores: 1,1 * 1,3 = 1,43
Depois, multiplicaremos no preço total = 1,43 * 800 = R$ 1.144

Por ser um assunto que é ensinado durante muito tempo, as questões que envolvem apenas porcentagem costumam ser caracterizadas como fáceis, ou seja, são as questões que os vestibulandos não podem errar. Normalmente, as porcentagens vêm mescladas em outros tipo de questão, o que pode dar uma dificultada na resolução dos problemas. Para isso, o professor Sacramento fez um vídeo para o QG do Enem explicando um pouco mais sobre porcentagens!

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Quer saber os assuntos que, estatisticamente, mais caem no Enem desde 2019? Preencha abaixo e receba esse super compilado que o QG preparou para você turbinar seus estudos nessa Reta Final ou sair na frente em sua preparação para as provas do próximo ano:


 

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Entenda o processo de aquecimento de um micro-ondas https://enem.com.br/2020/10/20/entenda-o-processo-de-aquecimento-de-um-micro-ondas/ https://enem.com.br/2020/10/20/entenda-o-processo-de-aquecimento-de-um-micro-ondas/#respond Tue, 20 Oct 2020 15:00:41 +0000 http://enem.com.br/?p=18279 Confira as atualizações cientificas que explicam o aquecimento de micro-ondas.

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Ah, o micro-ondas! Salvador de quem tem preguiça de cozinhar, sua praticidade facilita no almoço de muitas pessoas, seja esquentando comidas já prontas ou refeições industrializadas. Como tudo no mundo envolve física, vamos ver quais são as explicações para o fenômeno de aquecimento de um micro-ondas.

A principio, se você questionar a alguém sobre esse processo, é capaz de te responderem: “o micro-ondas esquenta por ressonância”, o que na verdade é um equivoco, mas chegaremos nesse ponto. Nesse caso, o micro-ondas, através de uma peça chamada magnétron, gera micro ondas magnéticas com frequência de 2.45GHz, que entra em ressonância com as moléculas de água presentes nas comidas, agitando-as e, consequentemente, aquecendo.

micro-ondas

A ideia de que o micro-ondas aquece por ressonância já apareceu inclusive em um enunciado de questão do Enem. A ocasião ocorreu em 2011, a questão cobrava o comprimento de onda da micro-onda presente no forno.

Porém, de acordo com o Prof Felipe G. Ben da UFRGS, o aquecimento dos alimentos não se dá por ressonância! Em seu artigo publicado em agosto de 2019, o professor explica que o aquecimento acontece por conta de um fenômeno chamado aquecimento dielétrico.
A explicação de funcionamento por ressonância é incorreta porque as micro-ondas estão muito abaixo da frequência das moléculas da água, que atuam em 1THz, enquanto nos fornos, a frequência padrão é a de 2.45GHz, pois não atrapalham as telecomunicações.

O aquecimento dielétrico, acontece quando uma molécula polar é inserida em um campo elétrico e, por conta disso, tende a girar no sentido do campo. Logo, as ondas de micro-ondas rotacionam as moléculas, que colidem umas com as outras transferindo energia e aumentando sua agitação. Dessa forma, acontece o aquecimento do alimento no forno.
Para complementar o assunto, não deixe de conferir os episódios do QGenial, onde o professor Joca explica o aquecimento dielétrico e ondas eletromagnéticas.

Por fim, é importante ressaltar que o artigo é recente (pouco mais de um ano), então, as chances de aparecer uma questão envolvendo o aquecimento dielétrico em um forno micro-ondas não são altas, pelo menos por enquanto. Com isso os estudantes QGnianos devem estar atentos também ao método da ressonância.

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Nobel 2020: Descobertas sobre buracos negros https://enem.com.br/2020/10/13/nobel-2020-descobertas-sobre-buracos-negros/ https://enem.com.br/2020/10/13/nobel-2020-descobertas-sobre-buracos-negros/#respond Tue, 13 Oct 2020 18:56:08 +0000 http://enem.com.br/?p=18244 Entenda quais foram as descobertas sobre buracos negros laureadas com o Nobel de física!

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Em  2020, o Nobel de física foi conquistado por três pesquisadores – Andrea Ghez, Reinhard Genzel e Roger Penrose – ao mostrarem estudos que se relacionam com os buracos negros, sejam em sua formação ou em características presentes em um objeto na nossa galáxia. 

Antes de tudo, é importante salientar que prêmio Nobel é uma das maiores honras que um estudioso pode alcançar, independente da sua área de estudo. Dentre os vencedores, existem grandes descobertas vindas de grandes cientistas como: Einstein, ao entender o efeito fotoelétrico; Chadwick, ao descobrir o nêutron; Marie Curie, ao descobrir o elemento rádio, entre outros.

Deixando a história de lado, voltemos ao presente. Dos três cientistas laureados, Roger Penrose tem um papel muito importante, pois seus estudos sobre a Teoria da Relatividade de Albert Einstein foram cruciais para o entendimento dos buracos negros, sobretudo na possibilidade deles existirem, por conta das suas anomalias.

buracos negros

De acordo com a Teoria da Relatividade, o tecido do espaço-tempo pode ser distorcido pela gravidade e, com base nisso, Penrose sugeriu que os buracos negros fossem uma consequência da teoria geral da relatividade, que foi provada matematicamente pelo cientista ocasionando na premiação. Isso aconteceria por conta da elevação de densidade de um objeto, que levaria a um colapso gravitacional. Esse colapso faria com que o objeto atingisse um ponto de massa infinito, fazendo com que as leis da física não tenham efeito.

Por outro lado, Andrea Ghez e Reinhard Genzel descobriram a presença de um objeto supermassivo no centro de nossa galáxia, através da observação de movimento das estrelas. Essa observação de movimento sugeriu que existe um objeto muito massivo com as características de um buraco negro.

Por fim, Andrea Ghez se tornou apenas a 4º mulher a ser laureada com um Nobel, junto de Marie Curie, Maria Goeppert Mayer e Donna Strickland. Aqui no blog temos uma matéria sobre mulheres na ciência onde contamos um pouco da história das grandes mentes femininas do Brasil e do Mundo!

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Intenção de voto e o Diagrama de Venn https://enem.com.br/2020/10/06/intencao-de-voto-e-o-diagrama-de-venn/ https://enem.com.br/2020/10/06/intencao-de-voto-e-o-diagrama-de-venn/#respond Tue, 06 Oct 2020 12:00:47 +0000 http://enem.com.br/?p=18180 Entenda como o Diagrama de Venn é utilizado em pesquisas de intenção de voto.

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O ano de 2020 tem sido muito atípico devido à pandemia, mas, ainda sim, é um ano em que ocorrerão eleições. Em período de eleição, é muito comum notar as pesquisas de intenção de voto para saber as chances dos candidatos de serem eleitos. É nesse contexto que entra o Diagrama de Venn, que é utilizado bastante em estatística para representar elementos em seus conjuntos, e que também costuma aparecer bastante nos vestibulares do país.

intenção de voto

Como foi dito na introdução, o Diagrama é bastante utilizado em aplicações que envolvem estatística, sobretudo pesquisas de intenção de voto. O conteúdo se baseia em resolver problemas que envolvem conjuntos matemáticos e seus elementos. Em vestibulares, normalmente é comum o uso de dois ou três conjuntos em uma questão.
Nessas questões de Diagrama de Venn, as propriedades interseção e união são comumente utilizadas, como no exemplo a seguir:

Suponha que em uma pesquisa de opinião, há 3 candidatos de cargos diferentes, porém do mesmo partido político: A para presidente, B para senador e C para governador. Foram entrevistadas 300 pessoas, onde:
50 votariam no candidato A; 100 votariam no candidato B; 20 votariam no candidato C; 12 votariam nos candidatos A e B; 15 votariam nos candidatos A e C; 5 votariam nos candidatos B e C; e apenas 3 pessoas votariam nos três candidatos.

Desse modo, como poderíamos saber a intenção de voto das pessoas para o presidente?
Para isso usamos o Diagrama de Venn como na imagem abaixo:

Primeiramente, temos que começar com as interseções – entre os três conjuntos e depois entre dois conjuntos -, logo: no centro dos três conjuntos temos aqueles que votariam nos três candidatos. A partir disso, nas interseções entre dois conjuntos, iremos subtrair de ABC.

Com as interseções definidas, agora buscaremos obter o resultado entre as pessoas que votaram unicamente em um dos três candidatos. Para isso, precisamos do numero total de um candidato e a soma de suas interseções. Como no exemplo, queremos apenas quem votou no presidente (candidato A), logo teremos que 50 – (12 + 3 + 9) = 26 pessoas votariam apenas no candidato A para presidente.

Por fim, vimos como o Diagrama de Venn é um assunto tranquilo que aparece nos diversos vestibulares do país. Além disso, em certas questões de vestibulares, costuma aparecer essa utilização junto a outras propriedades matemáticas como probabilidade e porcentagem.

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